Livros


Edição Independente, 2010, opúsculo com 45 páginas, denominado “Comentários  ao Livro Ciência Infusa” do filósofo André Ferreira.  A obra de Ferreira sobre o Creacionismo, em 13 capítulos, segundo José Orlando, contribuiu para resgatar a herança perdida do homem (sua imagem e semelhança a Deus).  Objetivamente,  revela-se em um apelo para que o ser humano retorne à sua condição divina, aliás acima dos  anjos, pondo em cheque a Teoria Evolucionista de Darwin, que centrou o homem como descendente do macaco.

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Crônicas de Viagem pelo Mato Grosso. Edição esgotada. O escritor reuniu-as sob este título. Tem 55 páginas. Foram editadas pela Editora Itiquira. Delas disse Omar Brasil Lobo: “São livros como este que evidenciam quão pouco conhecemos a nossa terra. Não que o autor tivesse qualquer pretensão de fazer História, narrando-nos acontecimentos marcantes que influíssem no desenvolvimento histórico do país. Pelo contrário, José Orlando pretendeu apenas apresentar-nos a crônica de duas missões cumpridas por Inspetores do Trabalho na Amazônia Legal, com o objetivo de fiscalizar as grandes empresas agropecuárias instaladas no norte de Mato Grosso e sul do Pará.”  O livro está dedicado à memória de Timeu Hauer, Inspetor do Trabalho, que muito contribuiu para proteger os direitos do trabalhador nos sertões de Mato Grosso, isolado da família e incompreendido por seus superiores. Muitos dos personagens reais deste livro, escrito há quase 30 anos, não estão mais entre nós. A obra se encontra à disposição do leitor na Biblioteca da Academia de Letras de Taguatinga-DF.  

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Romance, edição independente, 2007, com 117 páginas. Uma história de amor, hilariante, contextualizada no Brasil e em Cuba, cujo fio condutor está a cargo de Viterbo, primo do protagonista Damião. Viterbo é aquele personagem de temperamento forte, falastrão, disposto a resolver os problemas alheios a qualquer custo, características que a vida lhe emprestou ao longo de suas experiências como garimpeiro, policial e assíduo freqüentador do “Bar de Dedé”, onde se tornou amigo de intelectuais de esquerda e encontrou a mulher de sua vida, a garçonete Ozita. Ele e o casal protagonista (Valentina e Damião) proporcionam bons momentos ao leitor, aliás chamado a participar da história com personagens que saltam do livro para interagir com o leitor. O final surpreendente do livro acontece no “Aeroporto José Julián Marti, em Havana.

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Edição Independente, 1998, com 386 páginas. Trata-se de uma obra técnica sobre a  Inspeção do Trabalho, área em que o escritor atuou como Auditor Fiscal do Trabalho, inclusive na Amazônia Legal.  O livro justifica o título, e sem dúvida, contribuiu para compreender melhor a importância da administração fiscal do trabalho, em especial porque, no Brasil, até hoje, ainda se pratica o labor neo-escravo. Trata do assunto em quatro capítulos:  Síntese Histórica; Inspeção do Trabalho; Agentes da Inspeção do Trabalho; Prática Inspecional do Trabalho; e Legislação.  Em face de pouca literatura existente,  advogados, contadores, juízes do trabalho têm se servido do livro como instrumento útil para o desempenho de suas atividades.

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Romance, em 2ª. edição, 2007, com 111 páginas. O jerico Roncô é o personagem principal. Começa com cenas movimentadas, hilariantes, digna de um filme, em que o jerico persegue suas eleitas, trazendo boas lembranças para quem freqüentou as feiras domingueiras do Nordeste. A obra é generosamente entremeada de ludicidade, personficada na figura “travessa e muito esperta” de Roncô. A trama do livro é única, cheia de graça e sentimentos. O escritor personificou o afeto humano na personagem-animal, e deu a Roncô lampejos de memória, ele, então, distingue com facilidade o amigo do inimigo e, assim, safa-se do perigo arquitetado pelos homens.  Através de posturas de um personagem irracional, tão bem engendradas pelo autor, nos leva a refletir sobre a natureza sabidamente instintiva d os bichos... Tem narração linear na terceira pessoa, contribuindo para uma leitura cômoda, sem qualquer esforço intelectual para penetrar os meandros da história. Os ingredientes que movem a trama são descritos com dinamismo e com o tempero do fantástico, uma singularidade sempre buscada pelo leitor, sendo um prazer a mais para os que tiverem o privilégio dessa leitura. Com certeza, a literatura brasileira está enriquecida com a edição desta obra singular.

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Romance, edição independente, 2009, impresso na Editora Ideal, com 167 páginas. Uma epopéia aérea da França ao Tibet no avião “Demoiselle” de Santos do Dumont, em que o escritor junta personagens desencontrados no tempo (o próprio Dumont, Júlio Verne, Colombo, DaVinci etc) como co-adjuvantes no preparo e execução da viagem imaginária. Para conciliar a atemporalidade dos personagens assenta a história nas diversas realidades “em que podem conviver os homens”, baseando-se nas idéias empíricas de Epictetus. Partiu de um mote simples para escrever o romance, mas fê-lo grandioso, ou seja, ir ao distante e místico Tibet para descobrir o “Livro Sagrado dos Cães Tibetanos”. Embora tenha destinado sua história aos jovens, para estimulá-los à leitura, a obra acaba por encantar também o leitor adulto, em razão das tintas fantásticas que colorem seus capítulos. Soma-se às virtudes do romance a linguagem universal, leve, diferenciando-o substancialmente da narrativa das obras anteriores do escritor, particularmente “O Destino de Roncô” e “Ah, se não fosse o primo Viterbo", onde os personagens e as cenas estão próximas da realidade, talvez seja a nova fase literária do autor. A crítica tem falado bem deste livro. O prefaciador da obra está interessado em traduzi-lo para o francês.


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A única obra poética do autor. Encontra-se  escrita e vai à publicação no segundo semestre de 2012. Seus poemas, alguns já editados em revistas e jornais, não estão engajados às questões sociais, tendo embasamento no imaginário.  A construção de sua poesia está toda centrada na  relação musa-poeta. O livro, ainda inédito, é o resultado dessa troca sentimental.




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